21 de outubro de 2013

"Esta carta já foi um ajuste de contas, uma confissão, um grito de revolta, um lamento de tristeza. Quando a comecei a escrever queria esquecer-te à viva força, como quem arranca as crostas de uma ferida que ainda não sarou. O resultado foi semelhante, fiquei com a alma em carne viva. Pode existir maior cliché? Não, mas só quem nunca sofreu um grande desgosto de amor é que não sabe do que aqui falo."




4 comentários:

D disse...

Muita força*

CatarinaFerreira* disse...
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D disse...

Sim tens razão querida :s é triste isso, mas pronto! Tudo há-de passar :)

D disse...

Nem mais minha linda :)